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PANTURRILHAS:"AS BATATAS DAS PERNAS"
Quem não gostaria de ter pernas perfeitas e bem torneadas?
Criada há cerca de 30 anos na França, as reconstruções
para pernas eram feitas de enxerto de gordura e tinham como principal objetivo
a reconstituição de membros danificados por acidentes.
As próteses, já feitas de silicone e para fins estéticos,
começaram a ser utilizadas a partir das décadas de 70 e 80.
As primeiras cirurgias de implante de prótese de silicone na panturrilha
e coxa feitas no Brasil, tiveram como objetivo melhorar o aspecto das seqüelas
de poliomielite ou paralisia infantil. Esta doença, já erradicada
no país através das campanhas de vacinação, é
causada por um vírus, o Enterovirus poliovirus que penetra no corpo do
homem através da garganta ou intestino, fruto na maioria das vezes, de
condições inadequadas de higiene. É mais comum em crianças
("paralisia infantil"), mas também ocorre em adultos.
Quando se fala em cirurgia de implante de silicone em membros inferiores, podemos
citar 3 tipos: as de nádegas, de coxa e de panturrilha. Destas, a de
coxa por ser mais recente e a menos procurada.
Assim como a prótese de peitoral e os implantes mamários, as próteses
de panturrilhas vêm ganhando espaço como uma opção
rápida e segura de melhoria do contorno corporal. Os candidatos, em geral,
são adultos-jovens ou adultos propriamente ditos, com as mais diferentes
expectativas e objetivos. Homens e mulheres têm se interessado cada vez
mais por esta cirurgia, especialmente aqueles que possuem pernas finas e tortuosas,
ou que apresentem um vão entre as pernas; situações estas
de difícil correção com exercícios ou musculação.
A procura dos homens pela prótese de panturrilha vem em menor proporção
que as mulheres, mas ocorre principalmente entre os adeptos da musculação,
que desenvolvem os membros superiores bem mais rápido e fácil
que os inferiores. Não há nenhuma relação entre
a cirurgia nas pernas e o surgimento de varizes ou outro problema circulatório,
também não aumenta nem diminui a flacidez.
Se Você é um candidato a este tipo de cirurgia, o primeiro passo
é procurar um especialista, "cirurgião plástico",
para examiná-lo e conferir as suas principais necessidades. Também
é importante não ter dúvidas sobre a escolha e a mudança
que o corpo irá sofrer. Esclareça com seu médico suas expectativas
e quais são as reais possibilidades. Não adianta querer ter as
pernas de um modelo pré-determinado, quando existe a limitação
genética para isso. Seja realista, mas saiba que as modernas técnicas
de colocação de próteses têm tudo para deixar você
ainda mais satisfeito consigo mesmo.
As Formas das Próteses de Panturrilhas
1. Forma Assimétrica - Gel de Silicone
2. Forma Assimétrica - Elastomero de Silicone
3. Forma Simétrica - Gel de Silicone
4. Forma Simétrica - Elastomero de Silicone
Estes implantes são
destinados a corrigir as desigualdades ou irregularidades das pernas; seqüela
de poliomielite, má formação congênita, afecções
neurológicas, traumatismos e outros. Embora tenham sido concebidos para
cirurgia reparadora, têm sido usados, cada vez mais em cirurgias estéticas,
com excelentes resultados até em outras áreas da perna conforme
mostram trabalhos publicados.
A cirurgia
é feita com anestesia geral ou peridural e tem um tempo cirúrgico
de aproximadamente 1 hora e meia. O tempo de hospitalização é
de 24 horas.
A via incisão é feita na região posterior do joelho, em
uma dobra natural da pele, com um comprimento de mais ou menos 4 cm. Os pontos
podem ser retirados entre 7 ou 10 dias do pós-operatório.
Deve-se fazer repouso durante uma semana, ao final da qual são retirados
os pontos. É recomendado o uso de meia elástica de média
compressão nos primeiros 20 dias e caminhar de salto alto ou tênis
com mola o máximo possível. Os pés devem repousar em posição
elevada algumas vezes ao dia, durante 15 dias. A presença da prótese
é praticamente imperceptível e o resultado bastante natural.
Praticamente não existe risco de ruptura, podendo durar a vida toda.
Não apresentam qualquer risco de rejeição, nem de provocar
varizes ou problemas circulatórios.
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