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MAMA,
PEITO & PEITORAL
As mamas ou seios são a parte do corpo feminino responsável pela
produção de leite para os bebês em seus primeiros meses
de vida. Eles são constituídos por três tipos de tecido:
o tecido adiposo, tecido conectivo e glândulas mamárias, que produzem
o leite que é conduzido através de ductos aos mamilos. Os homens
também possuem glândulas mamárias e mamilos, mas não
há produção de leite, devido à falta do hormônio
feminino estrogênio, producente para tal finalidade. Entretanto, existe
um ensaio científico que relata um caso, no qual as glândulas mamárias
foram estimuladas e houve produção de leite "paterno".
Em ambos os sexos há uma grande concentração de nervos e vasos sangüíneos nos mamilos; por essa razão são altamente erógenos.
É comumente aceito por biólogos que o real objetivo evolucionário dos seios nas mulheres é o de atrair os machos da espécie, sendo os seios uma de suas principais características sexuais secundárias. Alguns biólogos acreditam que o formato dos seios femininos evoluiu como uma espécie de complemento estético na parte da frente, às formas das nádegas. Outros acreditam que os seios evoluíram de forma a prevenir que os bebês não se sufoquem enquanto mamam.
O leite humano é um alimento genuíno. Possui características próprias. É alimento perfeito e essencial para o desenvolvimento psíquico e a estabilidade emocional do bebê, da família e da sociedade. É alicerce para a formação da pessoa humana. É alimento insubstituível. Sua imitação, em experimentos laboratoriais, jamais preencherá todas as necessidades dos filhotes do homem.
O leite humano, produzido na glândula mamária, é a simbiose da vida para a vida. A cirurgia plástica precoce nas mamas das mulheres que estão amamentando é contra-indicada.
As mamas
de uma jovem pesam 150 a 200 g; na mulher adulta de 400 a 500 g. Durante o ciclo
gravídico-puerperal aumentam consideravelmente de volume e podem alcançar
800 ou 900 g.
MAMA O "VOLUME"
HIPERTROFIA
MAMÁRIA é o resultado do desenvolvimento excessivo da glândula
mamária; podendo ser bilateral ou unilateral. Sua causa principal está
relacionada com o fator familiar, com herança autossômica dominante.
Poderá chegar a volumes extremados, denominando-se "gigantomastia".
Nas adolescentes distinguem-se dois tipos de hipertrofias, ou seja, a "hipertrofia
juvenil virginal", a qual se apresenta como um crescimento brusco e de
forma exagerada e a "pseudo-hipertrofia mamária", que é
muito comum nas adolescentes obesas. Na Hipertrofia virginal o desenvolvimento
mamário brusco precede a menarca ou primeira menstruação
e está relacionado com os hormônios femininos. Na pseudo-hipertrofia
o crescimento mamário é normal; entretanto o tecido gorduroso
desta região está aumentado. As mastoplastias redutoras com as
suas mais variadas técnicas são utilizadas para a sua diminuição.
FALSA HIPERTROFIA MAMÁRIA causada pela colocação
de implantes mamários exagerados em volume.
HIPOTROFIA MAMÁRIA constitui o pouco desenvolvimento da glândula
mamária. Está relacionada com o fator familiar. A mama, mesmo
pequena, é funcionante e a amamentação poderá acontecer
de maneira natural.
Ao contrário do que muitos acreditam, o tamanho das mamas de uma mulher
não é indicativo de uma capacidade maior de produção
de leite; porque, na verdade, as glândulas mamárias participam
muito pouco no tamanho real das mamas. A maior parte do volume é constituído
por tecido conectivo e tecido adiposo (gordura).
As mastoplastias de aumento através da inclusão de próteses
de silicone servem para o propósito de sua correção.
MAMA "SIMETRIA"
Excepcionalmente as duas glândulas mamárias são simétricas
e se dispõe na mesma altura.
ASSIMETRIA MAMÁRIA ocorre quando o tamanho, a forma e a situação
de uma mama são diferentes uma da outra. Esta assimetria poderá
afetar toda a mama, inclusive a aréola e o mamilo, que poderão
apresentar-se diferentes um do outro.
A assimetria geralmente começa a se manifestar durante a puberdade; época de seu desenvolvimento. A maioria das mulheres apresenta uma assimetria leve. A explicação é que as mamas não começam a se desenvolver ao mesmo tempo e com a mesma velocidade. Essa diferença faz com que uma se desenvolva antes que a outra, sendo maior ou menor.
Quando necessário
corrigir essa deformidade, múltiplas técnicas poderão ser
aplicadas, desde a redução da mama maior ou o aumento da menor.
MAMA "AS PRÓTESES"
Os primeiros aumentos de mama datam de 1903, época em que se usava parafina injetável para se obter os resultados desejados. Contudo, este procedimento acarretava sérias complicações e foi abandonado.
Na década de 50, começou-se a usar formas líquidas de silicone para o aumento das mamas. Este procedimento acarretou complicações semelhantes à parafina, principalmente por ter sido amplamente manuseado por não médicos. Seu uso foi também eliminado.
O aparecimento do popular implante de próteses com gel de silicone ocorreu em 1962. Mais tarde, pesquisas mostraram que o índice das temidas complicações diminuiu sensivelmente, tornando o implante um procedimento seguro por ser inerte, não cancerígeno, não alergênico e resistente a impactos.
A mamaplastia
de aumento com o uso de prótese de silicone tornou-se o segundo procedimento
plástico mais comum nos dias atuais.
TIPOS DE PRÓTESES
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