A reconstrução isolada da orelha até pode ser realizada nesta idade; porém, com a possibilidade de se indicar a abertura cirúrgica do canal auditivo numa mesma cirurgia, para corrigir uma eventual alteração auditiva interna, recomenda-se que se espere até os nove anos de idade.

A reconstrução de orelha é feita em três cirurgias básicas: na primeira cirurgia modela-se a estrutura da nova orelha com cartilagem de costela da própria pessoa. Esse arcabouço de cartilagem é então enxertado por baixo da pele, no local onde ficará a orelha. Cerca de dois meses depois, procede-se ao segundo tempo da reconstrução, para levantar a orelha refeita com cartilagem e colocar um enxerto de pele por trás da mesma. Uma terceira operação será feita posteriormente para refinamento estético. De antemão, sugere-se consultar um otorrinolaringologista, para avaliar se há alguma indicação de cirurgia para melhoria da audição em associação com a reconstrução da orelha. Neste tipo de associação cirúrgica a cirurgia é feita por duas equipes médicas: por nós cirurgiões plásticos e pela equipe de cirurgião especializado em otorrino e cirurgia de cabeça e pescoço.



O amanhecer visto do espaço

Gostaria de saber se os doutores fazem a cirurgia de "coloboma aures", que conforme diagnóstico de um otorrinolaringologista trata-se de uma má-formação do ouvido (parte interna). O referido problema vem me causando muito incômodo, dor e sai secreção com mau cheiro. O médico recomendou que eu procurasse um cirurgião plástico.

O coloboma aures é uma espécie de fístula congênita, que pode estar localizada à frente ou atrás da orelha e que caminha na direção do conduto auditivo. Aparece como um buraquinho na pele que drena secreção esporadicamente. Comumente pode sofrer infecção, com acúmulo de secreção e dor.
Pode-se corrigir com uma ressecção da fístula, sob anestesia local e sedação. Geralmente é feita em sistema ambulatorial. Antes de iniciar a cirurgia é necessário que se coloque um contraste para tingir internamente a fístula, permitindo identificar integralmente o seu trajeto durante a sua ressecção.




Olá Doutor, eu treino pesado com graduados em jiu-jitsu. Minha orelha está parecendo um pastel bem cheio e mole. Já tomei antiinflamatório; mas não murcha. Será que devo retirar a secreção de dentro da orelha? Também me apareceram ínguas na região da perna e tronco. Será devido à orelha inflamada? Fui a um urologista que disse para observar. Estou preocupado, porque começou a doer. O que eu faço?

Ao entardecer: Sedutor Apaixonante

O problema nas suas orelhas é comum nos lutadores de jiu-jitsu e se chama de "Condrite". Ocorre devido aos constantes traumas sobre a orelha, que causam sangramento interno, hematoma e inflamação na cartilagem, com destruição dela. Às vezes pode ter infecção associada, que piora a destruição e reabsorção da cartilagem auricular. Por isto é que a orelha vai perdendo a forma e ficando com o aspecto de pastel como falou. O amolecimento pode ser sangue acumulado ou mesmo cartilagem em decomposição. A retirada da secreção ou de sangue na orelha só deve ser feita por um médico, com cuidados de assepsia para não haver contaminação; nunca por um leigo, como ocorre vez por outra em academias. Um especialista deve avaliar a necessidade de usar antibiótico e antinflamatório e acompanhar os curativos. Quanto às ínguas na virilha e tronco, deve ser feita uma investigação diagnóstica através de exames clínicos e laboratoriais. Em geral ínguas na virilha estão relacionadas com processos inflamatórios ou infecciosos nos membros inferiores ou regiões vizinha; mas podem ter outras causas.


BG COMENTÁRIO
ORELHAS

Para quem não sabe a orelha é também chamada de pavilhão auricular ou ouvido externo e compõe com os ouvidos médio e interno a tradução do sentido da audição. A cirurgia plástica faz a correção estética e reparadora da orelha e de suas estruturas: hélix, anti-hélix, concha e lóbulo. As orelhas abanadas, que são motivos de muito constrangimento e apelidos, principalmente na infância e adolescência, são os casos mais comumente operados. Porém, há diversos outros tipos de reparações por deformidades traumáticas, seqüelas devido à remoção de tumores, queimaduras e acidentes. Ultimamente, com o modismo dos adereços tipo piercings e brincos pesados, tornou-se mais comum a procura de nossa especialidade para a realização de reparos cirúrgicos nos lóbulos das orelhas, fechamento de orifícios grandes ou abertos e quelóides nas orelhas.

DICA: Entre no nosso site: www.bgcirurgiaplastica.com.br ou www.bgcp.com.br e informe-se mais sobre o assunto em Orelha em Abano, Outras Deformidades das Orelhas, Procedimentos Cirúrgicos.



Dimitri Chiparus:

Divas Divinas.


Kapurthala
Semiramis
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