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Artigos:
Medicina e Cirurgia Plástica

Dismorfismo

Transtorno dismórfico corporal tem sido descrito nas literaturas por uma variedade de nomes, sendo o mais comum a dismorfofobia, embora esse termo seja usado de diferentes maneiras, é definido como um sentimento de feiúra ou defeito físico que o paciente percebe a despeito de sua aparência normal.

Os indivíduos com esse transtorno freqüentemente pensam que os outros estão observando o seu "defeito", o que pode levar a uma esquiva das situações sociais que levada ao extremo poderá chegar ao isolamento social. Esses pacientes com freqüência buscam e recebem tratamentos médicos gerais, dentários ou cirúrgicos para a correção de seus defeitos imaginários, em uma peregrinação por diversos profissionais, principalmente cirurgiões plásticos, sem, no entanto, corrigir os supostos defeitos.

Alguns comportamentos são comuns aos pacientes com esse transtorno: olhar-se no espelho ou outras superfícies refletoras para checar a aparência, o que pode consumir muitas horas por dia e ser extremamente difícil de resistir. Existem pacientes que se esquivam de espelhos em uma tentativa não bem sucedida de diminuir o desconforto e a preocupação; por terem a certeza de que os outros estão olhando, falando sobre os seus defeitos. Comumente tentam camuflá-los com maquiagem, chapéus, luvas, roupas, etc. Freqüentemente, comparam a sua parte “feia” do corpo com a de outras pessoas. Isolamento social, introversão, baixa auto-estima podem também coexistir. Alguns relatos sugerem que sem tratamento o transtorno usualmente persiste por anos e algumas vezes por toda a vida.


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