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Pois é, “é apenas com o coração que se pode ver direito o que é essencial e invisível aos olhos”. Pensando nisto criamos no nosso site a sessão “Depoimentos”, para que os nossos pacientes pudessem revelar este “invisível” que se traduziu em palavras a alegria, filosofia de viver, poesia, felicidade, apoio a quem quisesse fazer o mesmo e as explicações desta tão desejada auto-estima.
Para nós da BG estas declarações é uma resposta de que estamos no caminho certo e fazendo cirurgia plástica de primeira qualidade.


Viajando pelo www.portaldacirurgiaplastica.com.br


Com a Palavra o Paciente: “Seus Depoimentos”

bailarina

“Nem só o que está aos olhos de todos é o mais importante. Nossa auto-estima exige que estejamos bem com o nosso corpo para nos sentirmos plenamente satisfeitos. A intimidade da mulher também é fundamental para sua felicidade...”

"Olá a todos! Em especial a F. Botero, meu herói de sempre, de quem hoje, uma vez mais lembro com respeito e carinho, por sua ARTE e inspiração a pessoas "cheinhas" como eu! O mago das formas roliças! Aquele que chamou atenção do mundo, depois de Goya, para as formas arredondadas do corpo de mulheres, como eu, digamos "gordinhas"...

“Eu nunca me senti plenamente satisfeita com a estética da minha genitália. Não conseguia estar totalmente à vontade quando me relacionava com alguém, por maior que fosse o envolvimento...”

"Carlos Drummond de Andrade nos fala de uma "ingaia ciência": "a madureza, essa terrível prenda que alguém nos dá... A madureza sabe o preço exato dos amores, dos ócios, dos quebrantos, e nada pode contra sua ciência e nem contra si mesma". Cecília Meireles nos diz das "conquistas áridas do tempo. Mas, as conquistas áridas do tempo continuaram a agir e o meu desentendimento com o meu rosto aumentou com a idade. Comecei a usar o artifício de esconder o rosto o máximo possível, colocando o cabelo sobre ele. Atualmente, com 55 anos, fiz mais uma cirurgia plástica...”

“Não havia elogio que mudasse minha opinião: sentia que algo destoava da harmonia do meu corpo...”
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